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sábado, 28 de maio de 2011

CURIOSIDADE BÍBLICA; GNOSTICISMO




Filosofia falsa que se propagou nos dois primeiros séculos do cristianismo. Aqui estão alguns de seus erráticos conceitos filosóficos: 1 - sua falsa teoria da criação, postulando uma cadeia de emanações, como elos partindo do Criador com sua perfeição e espiritualidade e tornando-se menos perfeita e menos espiritual e mais imperfeita e mais material, ao passo que se distava do primeiro Deus, até que terminou no elo final, o qual é, o universo que conhecemos, mesmo com todo e seu mal, teoria essa que nada explicou e tudo confundiu; 2 - falsa teoria da superioridade da gnose (conhecimento) em comparação com a fé, teoria essa que exaltava a inteligência e a erudição e enfraquecia a fé ao ponto dela perder o seu valor no plano da salvação; 3 - sua falsa teoria de a vera filosofia consistir-se dum conjunto de dogmas, de crenças cristãs e de origem oriental, judaica ou da mágica, teoria essa, sem unidade e coerência; 4 - sua falsa teoria da divindade de Cristo, da qual haviam duas escolas: a - a dos docéticos, ensinando que subsistia a vida terrestre de Jesus, ou, ao menos os seus sofrimentos, só na aparência, e não na realidade; e b - a de Cerinto, ensinando que Jesus nascera dos pais José e Maria, e que depois de seu batismo, um Cristo divino sobre ele e o abandonou durante a crucificação, teoria essa que em ambas as formas denegava a encarnação de Deus no seu filho Jesus; 5 - sua falsa teoria da vida moral baseia-se não no caráter de Deus, mas no critério do homem teoria essa que resultava na prática, por uns, de asceticismo e, por outros, de licenciosidade.




A seguir, são indicados os trechos no Novo Testamento onde se fazem referências ao gnosticismo, evidentemente: 1 - João 1:1-18, combatendo-se, indiretamente, os falsos conceitos 1 e 4 acima mencionados; 2 - Atos 8:9-24, combatendo-se a mágica praticada por Simão; 3 - I Epístola aos Coríntios, na qual se emprega e gnose que geralmente no Novo Testamento tem um sentido pouco digno, e em (cap. 8:1) é contrastado com o amor "a ciência incha, mas o amor edifica"; 4 - a Epístola aos Colossenses onde, no cap. 2:8, os seus ensinamentos são chamados "filosóficos e vãs sutilezas"; 5 - as Epístolas Pastorais Vejam-se I Tim. 1:4, "fábulas e genealogias intermináveis" contrastadas com a fé, e Tito 3:9 "Evita questões tolas... porque são coisas inúteis e vãs"; 6 - I e II Epístolas de João, onde se combate a teoria falsa (4) acima mencionada que Jesus não era encarnação divina. (Vejam-se I João 4:1-3 e II João 7-11); 7 - a Epístola de Judas e a II de Pedro e o Apocalipse, livros estes em que se encontram referências a diversas heresias e ensinadores perversos chamados anticristos (Vejam-se II Ped. 2:18-20; Jud. v. 4; Apoc. 2:6, 15).

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