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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

ESCATOLOGIA !!!

ESCATOLOGIA – ESTUDO SOBRE O QUE É ESCATOLOGIA



Escatologia com certeza é a área da teologia que desperta mais curiosidade entre cristãos e até mesmo não cristão. Também é na Escatologia onde certamente os maiores debates teológicos são travados, isso devido as diferentes escolas de interpretação.

Devido a muitos pedidos, faremos uma série completa sobre Escatologia. Começaremos neste texto com uma visão geral sobre o que é Escatologia e, nos textos seguintes, analisaremos detalhadamente cada visão escatológica.
O que é Escatologia?

A Escatologia é o clímax da revelação divina, a principal razão da criação do mundo material, e o cumprimento dos propósitos eternos de Deus para a humanidade. A Escatologia é a divisão da Teologia Sistemática que aborda tanto as profecias que já se cumpriram, como as que ainda se cumprirão, ou seja, tudo o que era “profeticamente futuro” na época em que foi escrito.

O que significa Escatologia?

Escatologia é um termo que começou a ser utilizado no século XIX e vem do grego eschatos, “último”, e logos, “raciocínio”, significando então “teologia (ou doutrina, raciocínio) das últimas coisas”.

Quais são os principais assuntos estudados na Escatologia?

De forma geral, um estudo escatológico completo e detalhado procura estudar:

·              As profecias em relação a Jesus Cristo: tanto a profecia messiânica da primeira vinda de Cristo que é o assunto mais importante do Antigo Testamento, quanto às promessas de Sua segunda vinda;

·              Profecias em relação a Israel: uma abordagem completa, iniciando desde as primeiras promessas a Abraão no livro de Gênesis;

·              Profecias em relação aos gentios: existem muitas profecias na Bíblia sobre os gentios, abordando desde a primeira que ocorreu ainda na família de Noé;

·              Profecias em relação à Igreja: as principais profecias estão concentradas no Novo Testamento, onde fica claro a convocação de um corpo de santos formado por judeus e gentios;

·              Estado intermediário: uma abordagem sobre o estado intermediário dos homens (tanto dos salvos quanto dos ímpios) após a morte enquanto aguardam a ressurreição;

·              Reino milenial: essa área é a que mais gera discussões devido as suas diferentes escolas de interpretação, mas basicamente se refere ao reino milenar de Cristo descrito em Apocalipse capítulo 20;

·              Juízo final: um estudo sobre o julgamento de todos os homens. O evento do juízo final terá algumas diferenças (principalmente cronológicas) dependendo da corrente de interpretação escatológica adotada;

·              Estado eterno: um aprofundamento sobre os relatos de Apocalipse 21, onde é descrito o local do estado eterno para os justos como sendo um novo céu e uma nova terra, e para os ímpios o tormento eterno no lago de fogo, que é a segunda morte.

As diferentes correntes escatológicas:

Existem basicamente quatro correntes de interpretação escatológica:
·              Pré-Milenismo Histórico: defende a segunda vinda de Cristo como sendo pós-tribulacional, e uma interpretação literal de Apocalipse 20;

·              Pré-Milenismo Dispensacionalista: também interpreta de forma literal o capítulo 20 de Apocalipse, e defende a segunda vinda de Cristo dividida em duas partes, sendo, a primeira pré-tribulacional para a Igreja, e pós-tribulacional para estabelecer o milênio;

·              Amilenismo: defende a segunda vinda de Cristo como sendo pós-tribulacional, e uma interpretação não literal de Apocalipse 20, ou seja, o milênio não é um período literal e sim espiritual que já começou na primeira vinda Cristo;

·              Pós-Milenismo: defende a segunda vinda de Cristo como sendo pós-tribulacional, e também uma interpretação não literal de Apocalipse 20, porém diferente do Amilenismo que define o início do milênio na segunda vinda de Cristo, o Pós-Milenismo acredita no milênio como sendo um período de grande paz e prosperidade no mundo ocasionado pela pregação do Evangelho.

Os pontos mais discutidos nas diferentes interpretações escatológicas:

·              Segunda Vinda de Cristo/Arrebatamento: o evento em que Cristo retornará a terra. Para o Pré-Milenismo Dispensacionalista, esse evento será dividido em duas etapas, iniciando com um arrebatamento secreto da Igreja. A palavra “arrebatamento” não existe originalmente na Bíblia, mas foi traduzida de um termo grego em 1 Tessalonicenses 4:17para se referir ao encontro repentino da Igreja com Cristo nos ares;

·              Tribulação/Grande Tribulação: Um período de tribulação final e intensa que afligirá o mundo. Para quem defende um arrebatamento pré-tribulacionista, a igreja não passará por esse período. Já quem defende um arrebatamento pós-tribulacionista, acredita que a igreja passará pela grande tribulação e no final será salva pela volta de Cristo;

·              Tribulação de Sete Anos: No Novo Testamento não existe a informação de que o período de grande tribulação durará sete anos. Quem defende essa posição utiliza as setenta semanas de Daniel (Dn 9) combinando com um esquema de leitura do livro de Apocalipse (principalmente o capítulo 13) para construir um estudo que serve como base para o argumento;

·              Anticristo: o aparecimento de uma pessoa (e/ou sistema em algumas linhas de interpretação); que exercerá um governo unificado no mundo e agirá em grande oposição a Deus;

·              Milênio: período descrito em Apocalipse 20 a qual os santos reinaram com Cristo. Nesse tempo Satanás estará amarrado, e será solto apenas no fim do período. Alguns interpretam como um período literal após a volta de Cristo, e outros interpretam como um período simbólico antes da volta de Cristo.

Para uma melhor compreensão sobre o assunto, indicamos a leitura dos textos:

·              As Diferentes Correntes Escatológicas
·              O Livro do Apocalipse
·              Como Estudar o Livro do Apocalipse


Sobre Daniel Conegero



Daniel Conegero

Daniel Conegero é o líder do Projeto Estilo Adoração. Começou a pregar a Palavra de Deus com apenas 3 anos de idade. Aos nove anos começou a compor e liderar o louvor na igreja. É professor de Teologia e também da Escola Bíblica Dominical na igreja em que congrega. É formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.



Fonte: https://estiloadoracao.com/o-que-e-escatologia/


terça-feira, 30 de agosto de 2016

MINHA ALUNA NÁDIA - SAUDADES ETERNAS



Minha Aluna Nádia Marcolli

Passou para o Senhor Nesta Manhã

Depois de um período Internada...

30 de Agosto de 2016





A MORTE

Santo Agostinho

A morte não é nada. 
Eu somente passei 

para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês, 
eu continuarei sendo.

Me deem o nome 
que vocês sempre me deram, 
falem comigo 
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo 
no mundo das criaturas, 
eu estou vivendo 
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene 
ou triste, continuem a rir 
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi, 
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo 
o que ela sempre significou, 
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora 
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora 
de suas vistas?

Eu não estou longe, 
apenas estou 
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi.


Minha Pequena Homenagem a esta Honrada Mulher!

Nádia Marcolli

sexta-feira, 15 de julho de 2016

CHAMADAS ETERNA E INTERNA

Capítulo 22 – As chamadas eterna e interna


AS CHAMADAS EXTERNA E INTERNA
A eleição tem a ver com o propósito e plano da salvação. A expiação tem a ver com a provisão da salvação. Vimos agora estudar a aplicação e provisão da salvação aos eleitos.
I. A CHAMADA EXTERNA
A escritura fala claramente de duas chamadas diferentes. A primeira, na ordem de sua ocorrência, é conhecida geralmente como a chamada extrínseca ou externa. As passagens seguintes referem-se à chamada externa: Isa. 45:22; 55:6; Mat. 9:13; 11:28; 22:14; Marcos 2:17; Lucas 5:32; Apoc. 22:17. Há outras passagens que se referem evidentemente a ambas às chamadas, que se reservam até considerarmos a chamada interna.
1. ESTA CHAMADA É POR MEIO DA PREGAÇÃO DO EVANGELHO.
Foi por meio do Evangelho que Jesus chamou pecadores ao arrependimento. Hoje toda apresentação do evangelho é uma chamada aos homens para deixarem o pecado e confiarem em Cristo. A pregação do evangelho é também devidamente ouvida por um estabelecimento da necessidade de salvação do homem e do seu dever e responsabilidade sob Deus para arrepender-se e crer (At. 17:30). Também deverá haver a fervorosa rogativa aos homens para que se reconciliem com Deus (2 Cor. 5:20), um convite a todos que laboram (Mat. 11:28) e estão com sede (Isa. 55:1; João 7: 37; Apo. 22:17).
2. ESTA CHAMADA É UMA CHAMADA INDIRETA DO ESPÍRITO.
Vide no capitulo IX a discussão da obra indireta do espírito nos perdidos.
3. A CHAMADA, PORTANTO, É GERAL.
Com isto queremos dizer que ela não se limita aos eleitos (Mat. 22:14). Somos mandados pregar o evangelho a todos. Esta chamada é designada a todos os homens, conquanto todos não ouvem. Isto é verdade tanto como todos os homens são mandados a arrepender-se (Atos 17:30), ainda mesmo que todos os homens não ouvem este mandamento.
4. ESTA CHAMADA, EM SI MESMA , É SEMPRE INEFICAZ.
A Israel Deus disse: “Quando eu chamei, voz não respondestes” (Isa. 65:12). A chamada a que se refere aqui foi uma chamada externa igual à chamada sob discussão. Devido à depravação do homem, a pregação do evangelho, ela só, nunca é suficiente para trazê-lo a Cristo. Ele carece mais do que uma chamada externa. O evangelho “é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crer” (Rom 1:16); “mas o homem natural não recebe as coisas do espírito de Deus; porque lhe parecem loucura; e não pode conhece-las, porque se discernem espiritualmente” (1 Cor. 2:14). O homem deve poder voltar-se do pecado e crer em Cristo. Jer. 13:23; João 12:39-40; 6:44-65.
5. A CHAMADA É SINCERA.
Os arminianos objetam que o sistema calvinistico de doutrina faz insincera uma chamada geral. Sincero quer dizer: “ser na realidade como na aparência. Intencionando precisamente o que um diz ou o que um parece intencionar”. Tendo definido o termo sob discussão, estamos agora preparados para examinar as bases exatas dessa objeção. Os ensinos calvinisticos são denunciados como dando por insincera uma chamada geral. São:
(1). O ensino que o homem por natureza não pode virar-se do pecado para Cristo.
Dizem os arminianos que, se o caso com o homem natural fosse como os calvinistas o representam, e isto fosse inteiramente conhecido a Deus, então Deus não podia ser sincero em convidar os homens a virem a Cristo. Mas não há nada na chamada geral que faça parecer que todos os homens podem respondê-la. Isto não é nada mais do que uma inferência indefensável. E tem seu fundamento, não na chamada em si mesma, mas em uma concepção errônea do estado do homem pela natureza. Daí, esta chamada não é insincera. “A chamada de Deus a todos os homens para que se arrependam e creiam no evangelho não é mais insincera do que o seu mandamento a todos os homens para que O amem de todo o coração. Não há entrave no caminho da obediência do homem ao evangelho que não exista para impedir sua obediência a lei. É próprio publicar os mandamentos da lei como é próprio publicar os convites do evangelho. Um ser humano pode ser perfeitamente sincero em fazer um convite que ele sabe que será recusado. Ele pode desejar que o convite seja aceito, enquanto pode, por certas razões de justiça e dignidade pessoal, estar disposto a empregar esforços especiais, além do convite mesmo, para conseguir a aceitação dele da parte daquele a quem se faz” (Strong).
O convite ou chamada de Deus a todos os homens parece indicar que todos os homens podem aceitá-lo mais do que seu mandamento a todos os homens para amarem-O supremamente parece indicar que todos os homens podem fazê-lo?
(2). O ensino quanto ao propósito eletivo de Deus de salvar somente uma porção da raça de Adão.
Dizem os arminianos que, se Deus resolveu salvar só uma parte da raça de Adão, então ele não pode sinceramente convidar todos os homens a virem a Cristo para a salvação . Observe-se primeiro, quanto a esta faze da objeção, que o objetor, para ter a aparência de coerência, deve negar a presciência de Deus; porque, se Deus preconheceu tudo, então Ele certamente pré-conheceu que todos os homens não creriam no evangelho, desde que vemos que todos não crêem. E, certamente, nenhum evangélico diria que Deus propôs salvar os que rejeitam o evangelho. De modo que, se a presciência de Deus for verdade, então Deus propôs salvar só uma parte da raça de Adão, crentes. Daí, a coerência requer que o arminiano ceda tanto esta faze da objeção como, na alternativa, a presciência de Deus. Não pode ser lógico e sustentar ambas.
Se alguém se dirigir diante de um grande número de gente para oferecer a cada um uma cédula de dez dólares, e se tiver de antemão inerrante conhecimento que só uma centena dessa gente aceitará sua oferta, carecerá ele, para fazer uma oferta sincera a todos, ter mais do que cem cédulas de dez dólares? Certamente que não. Sabendo que tem o numero suficiente para suprir a todos que aceitarão a oferta, ele pode muito livre e sinceramente dizer: “Cada um de vós que deseje uma cédula de dez dólares venha a mim e eu vos darei uma”.
A chamada geral de Deus é em aparência nada mais do que é na realidade. E ele parece não intencionar mais do que Ele atualmente intenciona. Isto não parece como algo a que todos os homens podem responder nem como algo que habilitará os homens a vir a Cristo, ou que, necessariamente, os impila a vir. Nesta chamada Deus parece intencionar que todos os homens são bem-vindos se quiserem vir; que todos serão aceitos se vierem. Atualmente Ele não intenciona outra coisa. É tão exatamente uma verdade Bíblica que todos quanto vierem a Cristo serão salvos como é que só os eleitos serão salvos. Podemos subscrever cordial e alegremente a declaração de fé de New Hampshire em dizer que “nada impede a salvação do maior pecador sobre a terra , exceto sua própria depravação inerente e recusa voluntária a submeter-se ao Senhor Jesus Cristo”. Noutras palavras, estas são as coisas que mandam o pecador ao inferno.
II. A CHAMADA INTERNA
As seguintes passagens referem-se à chamada: Atos 2:39; Rom. 1:6; 8:28,30; 9:11,24; 1Cor. 1:1; 7:15; Gal. 1:15; 5:8; Ef. 4:4; Col. 3:15; 1Tes. 2:14; 5:24; 2 Tim. 1:9; Heb. 9:15; 1Pedro1:15; 2:9; 3:9; 5:10; 2 Pedro 1:3,10; Judas 1. Algumas dessas passagens, como já foram indicadas, parecem aludir a ambas as chamadas, interna e externa.
1. ESTA CHAMADA É UMA CHAMADA DIRETA POR MEIO DO ESPÍRITO.
O Espírito Santo toma o evangelho pregado e, abrindo o coração do pecador (Atos 16:14), aplica a Palavra ao coração com poder regenerador. É então, e só então, que o homem pode entender e receber as coisas do espírito de Deus. Assim a chamada interna é também pelo evangelho, mas pelo evangelho aplicado pelo Espírito Santo. As passagens tocando nesta obra do espírito através da Palavra serão dadas quando estudarmos a regeneração.
2. ESTA CHAMADA É PARTICULAR.
Por meio dela os objetos da graça salvadora de Deus são segregados. A diferença aqui entre as chamadas externa e interna pode ser ilustrada imperfeitamente pela diferença entre um convite geral feito pela igreja ao povo de uma comunidade para freqüentar seus cultos e os convites pessoais que se estendem a indivíduos particulares pela irmandade da Igreja. Sem dúvida, como dissemos, isto só imperfeitamente ilustra a diferença entre as duas chamadas de Deus. Rom. 8:30 mostra a particularidade desta chamada.
3. ESTA CHAMADA É SEMPRE EFETIVA.
É manifesto que as passagens dadas no princípio dessa discussão referem-se a uma chamada efetiva e eficiente. Nunca se lhe resiste; contudo, em respondê-la, o homem age voluntária e livremente. Vide capítulo sobre “A livre agência do homem”. A efetividade desta chamada está mostrada em Rom.8:28,30; 1 Cor. 1:24.

Autor: Thomas Paul Simmons, D.Th.
Digitalização: Daniela Cristina Caetano Pereira dos Santos, 2004
Revisão: Luis Antonio dos Santos 09/2005
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

CRISTIANISMO É VIDA EM COMUNIDADE

Vida em comunidade


Cristianismo é vida em comunidade




Escutamos com certa frequência que a liberdade de um vai até onde começa a do outro pois, afinal de contas, já dizia a frase de caminhão: Deus deu a vida para cada um cuidar da sua.
Isso até pode ser real em um mundo de relacionamentos superficiais, interesseiros, frágeis e descartáveis, mas não deveria ser assim no contexto do Cristianismo pois, neste, há invasão de privacidade, há entrelaçamento de vidas. Há vida na vida. Um ambiente onde devem existir interesses e disposições mútuas.
Contrariando a célebre frase, como cristãos vivemos e cuidamos um a vida do outro, pois somos membros uns dos outros. Cristianismo é vida em comunidade, não carreira solo. E isso não é opcional.
Você pode até ler sua Bíblia e orar sozinho em sua casa, mas você não pode viver igreja sozinho pois igreja é o coletivo não o indivíduo.
Lendo o Novo Testamento, percebemos a ocorrência de diversos textos que expressam a comunhão ou mutualidade cristã, por exemplo:
• Amai-vos uns aos outros (Rm 12.10; 13.8; 1 Ts 3.12; 4.9; 1 Pe 1.22; 1 Jo 3.11,23; 4.7,11,12; 2 Jo 5; Jo 13.34,35; 15.12,17; 2 Ts 1.3);
• Tende o mesmo sentimento uns para com os outros (Rm 12.16; 15.5);
• Tende paz uns com os outros (Rm 14.19; 1 Ts 5.13; Mc 9.50);
• Edificai-vos uns aos outros (Rm 14.19; 1 Ts 5.11);
• Acolhei-vos uns aos outros (Rm 15.7);
• Admoesteis uns aos outros (Rm 15.14);
• Servi uns aos outros (Gl 5.13; 1 Pe 4.10; Jo 13.14);
• Levai as cargas uns dos outros (Gl 6.2);
• Suportai-vos uns aos outros (Ef 4.2; Cl 3.13);
• Sejais compassivos uns para com os outros (Ef 4.32);
• Perdoai-vos uns aos outros (Ef 4.32; Cl 3.13);
• Sujeitai-vos uns aos outros (Ef 5.21);
• Instrui-vos mutuamente (Cl 3.16);
• Aconselhai-vos mutuamente (Cl 3.16);
• Consolai-vos uns aos outros (1 Ts 4.18; 5.11);
• Exortai-vos uns aos outros (Hebreus 3.13);
• Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros (Tg 5.16);
• Orai uns pelos outros (Tg 5.16);
• Tenhais comunhão uns com os outros (1 Jo 1.7);
• Confortai-vos uns aos outros (Rm 1.12);
• Cooperai em favor uns com os outros (1 Co 12.25);
• Façais o bem uns para com os outros (1 Ts 5.15);
• Não vos mordeis e nem vos devoreis uns aos outros (Gl 5.13);
• Não nos julguemos uns aos outros (Rm 14.13);
• Não mintais uns aos outros (Cl 3.9);
• Não negligencieis a mútua cooperação (Hb 13.16);
• Não faleis mal uns dos outros (Tg 4.11);
• Não vos queixeis uns dos outros (Tg 5.9);
• Não murmureis entre vós (Jo 6.43);
• Não ofendeis uns aos outros (At 7.26);
• Não vos priveis um ao outro no casamento (1 Co 7.5);
• Não vos destruís uns aos outros (Gl 5.15);
• Não vos provoqueis uns aos outros (Gl 5.26);
• Não tenhais inveja uns dos outros (Gl 5.26).
fonte: http://palavraprudente.com.br/vida-crista/cristianismo-vida-comunidade/